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segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Em entrevista a TV Record, Bolsonaro afirma que há 90% de chance de criar um novo partido

Presidente já havia mencionado a ideia de criar o Partido da Defesa Nacional (PDN) como alternativa caso decida deixar a atual legenda


Em entrevista neste domingo (3) ao Domingo Espetacular, da TV Record, o presidente Jair Bolsonaro reafirmou que existe grande probabilidade de sair do PSL e que é quase certo que fundará um novo partido. Bolsonaro já havia mencionado a ideia de criar o Partido da Defesa Nacional (PDN) como alternativa caso decida deixar a atual legenda. Esta seria a décima vez que o presidente troca de sigla desde que iniciou na carreira política.

“A probabilidade de eu sair do partido é de 80% e de criar um novo [partido] é de 90%. Um novo partido que vai começar do zero, sem televisão, sem fundo partidário, nada”, afirmou. Segundo Bolsonaro, sua condição para permanecer no PSL seria ter comando das ações no partido.

“Eu pago a conta sobre qualquer desvio de terceiro no partido. E a mesma coisa acontece no tocante a fundo partidário”, afirmou Bolsonaro.

No entanto, o presidente também disse que seu sonho seria criar um partido até março e ter cerca de 200 candidaturas pelo país nas eleições municipais do ano que vem. “Quero que o partido não tenha problema nas eleições municipais do ano que vem e numa possível reeleição minha em 2022”, afirmou.

Diretórios estaduais

A crise partidária do PSL e o racha interno entre apoiadores do presidente Bolsonaro e do presidente nacional do partido, Luciano Bivar – motivo pelo qual Bolsonaro cogita deixar a legenda – já se manifesta em diversos estados. Além dos casos envolvendo os filhos do presidente nos diretórios do PSL em São Paulo e no Rio de Janeiro, há embates declarados hoje em Minas Gerais, Ceará, Goiás, Bahia e Rio Grande do Sul.

Na avaliação de alguns dirigentes estaduais, foram os desentendimentos nos estados que alimentaram ao racha na cúpula partidária. Atualmente, dos 26 diretórios estaduais do partido, apenas três são ligados ao bolsonarismo: São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.




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