ARTIGO DE OPINIÃO: Coronavírus não confunda prevenção com histeria psicótica

Sobre essa onda propagada pelo coronavírus, só tecerei essa nota, esse artigo de opinião, como autoridade local legislativa e baseada nos meus estudos sobre economia global e geopolítica (já que tenho especialização em extensão nessas áreas e é meu campo de estudo), assim como com base nas matérias midiáticas independentes as quais eu mais me apego e confio.


Pois bem, começarei trazendo abaixo, junto com a fonte na descrição, trecho de uma matéria jornalística científica. Segue: 

"Já são quase 80 mil casos e 3 mil mortes no país desde o início dos registros em dezembro. A doença é muito contagiosa (covid-19), mas relativamente pouco letal. No mundo, os dados apontam para 80.239 casos confirmados e 2.700 mortes, um índice de letalidade de 3,4%. Fora da China, esse porcentual é de 1,4%.

Todos os 12 que morreram até agora no surto na Itália, por exemplo, eram idosos e a maioria tinha outros problemas de saúde.



Do ponto de vista de escala de mortalidade, o coronavírus ainda não compete com uma série de outras doenças infecciosas que existem há muito mais tempo e estão entre as principais causas de morte no mundo, especialmente em países de baixa renda.

Tuberculose

Em 2018, cerca de 10 milhões de pessoas contraíram tuberculose no mundo e 1,5 milhão morreram da doença, que mata mais gente do que o HIV e a Malária juntos.

O maior número de novos casos foi no Sudeste Asiático (44%), seguido por países da África (24%) e do Pacífico Ocidental (18%). No mesmo ano no Brasil, 72 mil pessoas foram diagnosticadas e 4,5 mil morreram em decorrência da doença.


A tuberculose é causada por bactérias que afetam, principalmente, os pulmões. A transmissão é feita de pessoa para pessoa através do ar, por meio de tosse, espirro ou cuspe.

Nos últimos anos, o número de mortes por tuberculose vem diminuindo constantemente — mas apesar de a doença ter tratamento e cura, sua carga permanece alta entre populações de baixa renda, pouco acesso ao sistema de saúde e em situação de vulnerabilidade e baixa imunidade."

Fonte: (https://exame.abril.com.br/brasil/da-raiva-a-colera-as-doencas-infecciosas-que-matam-mais-que-o-coronavirus/). 

Tais dados e argumentos técnicos trazidos por essa matéria científica da revista exame servem apenas para confirmar toda minha relutâncias nas veiculação, quando maciça e paranoica de toda grande mídia. Querendo sempre orquestrar o comportamento humano. O que Huxley já trazia em "Admirável Mundo Novo", quando a humanidade assim se deixaria levar pela tecnologia alheia e seria destruída pela ignorância. Ou seja, embora o surto, a doença do momento, o vírus modular atual é relativamente letal e do ponto de vista de mortalidade não está sequer nos níveis das doenças infecciosas que mais matam no mundo. 

Desse modo, tendo em vista todo noticiário, que gira mais em torno da economia, orquestrados por órgãos como a OMS, indústria farmacêutica e outros, em países de raízes russo-chinesas, sobretudo, aliados das elites globalistas, potencializando um terrorismo a uma doença que tem letalidade bem aquém de outras, demonstra que, embora não se saiba qual nem o quê, algo por trás disso tem! 

Ora, Um blogger qualquer de interior do nordeste brasileiro não dá uma só "notícia" ou informação que não seja motivado por interesses políticos ou financeiros de alguém em acordo com ele... Mas você aí está achando que todo terrorismo da grande mídia em cima do coronavírus é preocupação dela com a saúde mundial, e não algum interesse da elite globalista por trás? Interesse esse que não se sabe qual, mas que tem, tem!


Por exemplo: a tuberculose é a doença infecciosa que mais mata gente no mundo, cerca de 1,5 milhão por ano. Mas a grande mídia está direcionando autoridades no mundo todo a se confinar com medo de uma nova doença menos letal... Alguma maracutaia por trás desse sistema (grande mídia mais elite russo-chinesa mais globalistas) tem aí sim!

Resumindo, se a grande mídia e elites globalistas direcionam a informação com dados sobre a tuberculose induzindo povo a se previnir dela da mesma forma como está fazendo com o coronavírus, o povo nem de casa sai por no mínimo dez anos. No fim das contas é a grande mídia quem direciona o que é letal ou não, o que é risco ou não e quando acaba ou não... Obviamente movida por interesses exclusivos com elite globalista, industria farmacêutica etc. Povo finda só sendo vítima dos atos das autoridades que se apegam ao terrorismo psicótico da grande mídia!

Sendo assim, simples: tem que se precaver sim! Nesse momento de surto, sim!, tem que evitar grandes eventos, aglomerações desnecessárias de entretenimento vazio e supérfluo, se alimentar bem, suplementar bem, se higienizar bem, pois isso vai fazer você se prevenir não só de um vírus, mas de dezenas! Agora partir para a histeria neurótica de super confinamento e ausência de relações de trabalhos com pessoas higienizadas e saudáveis, no dia a dia de trabalho etc. não passa de uma psicose coletiva direcionada pela grande mídia até as partes interessadas, globalistas e países aliados, saírem satisfatoriamente bem economicamente com isso, que mais dia mais meses saberemos como, por que, e o quê...! 


Por fim, governos gastarem nossos impostos para campanha maciça de informação e disponibilização de materiais de higiene, excelente merenda escolar e refeição hospitalar, dispor suplementos e ensinar como tomar corretamente, suprir hospitais e campanhas por boa alimentação pra imunizar o corpo seria mil vezes mais preventivo do que histerizar confinamentos e se privar de obrigações e relações cotidianas normais fechando escolas e repartições e outros, para findar em vez de gastando nossos impostos para nosso bem, economizar eles para eles mesmos para sabe lá o que... Ainda mais em ano eleitoral!

Ou seja, preferem aterrorizar e causar histeria coletiva se privando de ações, a tomar alguma medida efetiva dentro de suas obrigações com nossa grana pra nos ajudar efetivamente. 

Afinal, é mais cômodo e fácil a grande mídia -- PORCA -- e a maioria dos recebedores de impostos causarem a sensação de perigo generalizado e passarem 99% da responsabilidade para os pagadores de impostos a ter que gastar nossos impostos como deveriam para ajudar na precaução mais efetiva (segundo as próprias recomendações sanitárias e nutricionais). Tudo isso até a comunidade globalista e os interessados definirem a cura, a venda das vacinas e quando a pandemia se acabou.

Sinceramente, o mundo entrou na teoria huxleyana de vida de gado mesmo manobrados pelas elites globalistas.


Att: Kekel

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