A Universidade Federal do Ceará, por meio do Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento de Medicamentos (NPDM) - órgão ligado a Faculdade de Medicina da instituição - desenvolveu uma proposta de protocolo para tratamento da COVID-19. As diretrizes foram enviadas, primeiramente, ao Sindicato dos Médicos do Ceará devido à importância da entidade na promoção da defesa da atividade médica e Medicina de qualidade. 


O protocolo será encaminhado para apreciação das autoridades competentes, como o Conselho Regional de Medicina do Ceará (CREMEC-CE), a Secretaria da Saúde do Estado do Ceará (Sesa), a Secretaria Municipal de Saúde de Fortaleza e o Ministério da Saúde. Entre as medidas sugeridas, o uso da hidroxicloroquina de forma precoce, já nos primeiros dias de surgimento dos sintomas. Segundo o documento, a dose do medicamento precisa ser de 400 mg do 2º ao 10º dia de tratamento. No primeiro, são duas doses com a mesma quantidade.

Para sugerir o protocolo, a pesquisa foi embasada nos conhecimentos atuais do SARS-CoV-2, na evolução clínica da COVID-19, nos ensaios clínicos em andamento no ClinicalTrials.gov e nas evidências de efetividade clínica. O principal objetivo do tratamento da COVID-19 sugerido é antecipar o processo de cura clínica e/ou virológica. De acordo com a pesquisa, o tratamento precoce evita complicações, diminui a necessidade de internamento e de uso de ventilação mecânica, desta forma, diminuindo o óbito.

O documento elenca também os fármacos com potencial terapêutico, como Hidroxicloroquina e Azitromicina. Para ter acesso completo ao protocolo, clique aqui.